Câmara é investigada por suspeita de lavagem de dinheiro, na Paraíba

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Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Ministério Público da Paraíba instaurou um inquérito civil para apurar possíveis irregularidades em um contrato firmado pela Câmara Municipal de Santana dos Garrotes com uma empresa de assessoria e gerenciamento de abastecimento de combustíveis. A investigação busca esclarecer indícios de lavagem de dinheiro e dispensa irregular de licitação, conforme denúncia recebida pela Ouvidoria do órgão.

De acordo com a portaria assinada pelo promotor Caio Terceiro Neto Parente Miranda, a apuração teve início após uma denúncia anônima relatar a contratação de uma empresa para gerenciar o abastecimento de apenas um veículo da Câmara, levantando suspeitas sobre a real necessidade e proporcionalidade do serviço.

Documentos analisados indicam que a contratação foi feita por dispensa de licitação, sem evidências de uma pesquisa de mercado ampla. Segundo o Ministério Público, o processo apresentou apenas uma cotação de preços, sem a chamada “cesta de preços” ou justificativas que comprovem a escolha dos fornecedores, o que pode contrariar a Lei de Licitações e Contratos (Lei nº 14.133/2021) e jurisprudências do Tribunal de Contas da União (TCU).

O procedimento terá duração inicial de um ano, podendo ser prorrogado caso sejam necessárias novas investigações.

Ministério Público da Paraíba instaurou um inquérito civil para apurar possíveis irregularidades em um contrato firmado pela Câmara Municipal de Santana dos Garrotes com uma empresa de assessoria e gerenciamento de abastecimento de combustíveis. A investigação busca esclarecer indícios de lavagem de dinheiro e dispensa irregular de licitação, conforme denúncia recebida pela Ouvidoria do órgão.

De acordo com a portaria assinada pelo promotor Caio Terceiro Neto Parente Miranda, a apuração teve início após uma denúncia anônima relatar a contratação de uma empresa para gerenciar o abastecimento de apenas um veículo da Câmara, levantando suspeitas sobre a real necessidade e proporcionalidade do serviço.

Documentos analisados indicam que a contratação foi feita por dispensa de licitação, sem evidências de uma pesquisa de mercado ampla. Segundo o Ministério Público, o processo apresentou apenas uma cotação de preços, sem a chamada “cesta de preços” ou justificativas que comprovem a escolha dos fornecedores, o que pode contrariar a Lei de Licitações e Contratos (Lei nº 14.133/2021) e jurisprudências do Tribunal de Contas da União (TCU).

O procedimento terá duração inicial de um ano, podendo ser prorrogado caso sejam necessárias novas investigações.

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